Teses

As sete teses do dossiê

Tese 01

Lauren afirmou em inquérito que não tomava remédios — laudo do HUSM prova o contrário

Na página 09 do inquérito policial, Lauren Mariane Rocha Sanchez afirma não fazer uso de medicação. Documento oficial do Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM), enviado a TODAS as delegacias envolvidas — DPCA, DP e DEAM — comprova quadro psiquiátrico ativo e histórico familiar de transtornos mentais.

“Não faço uso de medicações.” — Lauren, fl. 09 do inquérito

Laudo HUSM (PDF)

Tese 02

Amiga próxima de Lauren afirma que João Luiz Ayres cometeu zoofilia

Print de mensagem de uma amiga próxima de Lauren relatando o ocorrido envolvendo João Luiz Ayres — pessoa que convive com os filhos do denunciante.

Print da conversa

Print da conversa

Tese 03

Inspetora Sandra Mara Orquem Pretto inseriu informação falsa no termo de conclusão do inquérito

No termo de conclusão do inquérito (processo 5013624-80.2026.8.21.0027), a inspetora afirma que Jocafe sabia da ameaça antes da denúncia formal — o que é falso. Áudio gravado e ligações ao Conselho Tutelar comprovam que a informação chegou a Jocafe pela conselheira tutelar. No dia 10/04 pela manhã, Jocafe esteve na delegacia para falar com a delegada e buscar notícias dos filhos.

Inquérito forjado (PDF anexado)

Certidão falsa DPCA / Pretto (PDF)

Tese 04

Acusação infundada de invasão de câmeras do CIOSP usa prints de notificações do GitHub Copilot como “prova”

O inquérito sustenta que Jocafe teria invadido câmeras de segurança do CIOSP Santa Maria e da Restinga Seca, e fotografa a tela do celular para mostrar “e-mails suspeitos”. As notificações são, na verdade, comunicados padrão do GitHub sobre uma atualização do GitHub Copilot enviada a milhões de desenvolvedores em 24 de abril — texto público, sem qualquer relação com câmeras.

“GitHub — há 17min — Atualização Importante sobre o GitHub Copilot Inter…” (notificação aparece duas vezes na captura).

Inquérito com a foto da tela (PDF)

Tese 05

Promotora Waleska Flores Agostini — silêncio diante das provas de inocência e arquivamento sumário das denúncias do pai

No processo 5001328-31.2023.8.21.0027 (denunciante: Matheus Elagart Machado), a promotora promoveu ação penal contra Jocafe sem prova técnica, baseada apenas em palavra. No evento 75, Jocafe juntou documentação robusta com hashes SHA-256 em Termo de Cadeia de Custódia Digital provando sua inocência. A promotora tinha prazo até 13/04/2026 para se manifestar — manteve silêncio. Em paralelo, no processo 5013624-80.2026.8.21.0027, em que Jocafe denuncia ilegalidades contra a saúde dos filhos envolvendo João Luiz Ayres, Lauren e o Conselho Tutelar de Agudo, a mesma promotora pediu o arquivamento no evento 3 sob o pretexto de “ausência de elementos” — ignorando todas as provas anexadas.

Tese 06

Delegada Luiza Santos Sousa (DPCA) — humilha o pai e impede registro de denúncia

Em áudio gravado na DPCA no dia 10/04, a delegada titular humilha Jocafe e o impede de denunciar sob o pretexto de que o caso “já estaria assistido”. Em 05/05/2026, Jocafe protocolou denúncia formal na COGEPOL contra a conduta da delegada e contra o material forjado pela inspetora Sandra Mara Orquem Pretto.

Denúncia COGEPOL 05/05/2026 (PDF)

Tese 07

Padrão de retaliação institucional — casos CIDH/OEA P-550-26 e MC-367-26

O conjunto de fatos compõe um padrão sistemático de abuso de poder, tortura, conluio e perseguição institucional, já documentado em duas demandas internacionais contra o Brasil junto à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH/OEA): petição P-550-26 e medida cautelar MC-367-26.